terça-feira, 22 de junho de 2010

novo trabalho

Todos que me conhecem sabem que sou chegado numa resenha. Acho o gênero interessante, leio muitas e, para praticar a escrita e registrar meus pensamentos sobre o que leio (e leio de tudo), vou começar - a partir de hoje - a redigir resenhas sobre os livros que ando lendo. Como vou começar hoje, não vou falar de livros que li há muito tempo, exceto quando relê-los, atividade de que gosto muito. Inclusive no momento estou relendo pela terceira vez o livro Sidarta, de Hermann Hesse. 
Mas pra início de conversa, vamos com um "besta-seller", que li porque sou curioso sobre os temas tratados no livro. O autor? Dan Brown. O livro? O símbolo perdido. Alguns devem me criticar por perder meu precioso tempo com não-literaturas; pode falar mal, tem problema não. Eu me defendo na resenha. 
Té mais tarde.

4 comentários:

Maria Rita disse...

Não sei se considero Dan-Brown não-literatura...Eu sou a favor da leitura acima de td...Só não gosto do Crepúsculo e td série...uahuahuahauha

Guto disse...

Acho correto professor você escrever sobre essa nova forma que as pessoas veem a literatura!
Em minha opinião acho que elas deveriam atentar-se há um estilo mais clássico.
EX: Machado de Assis, Flávio Carneiro.
Sabe coisas do gênero!

Geovanni disse...

Concordo que há uma "forma" nos livros do Dan Brown, fazendo com que todos fiquem muito parecidos. mas não concordo que seja uma "não literatura", todo contato com a língua é válido (menos o jornal daqui). mas não são apenas os clássicos machadianos que são literatura, existe muita coisa nova que é super rico literaturamente falando "(neologismo mode on)" como por exemplo o romance A sombra do vento do Luiz Carlos Zafón.

.guga valente. disse...

Também não acho que só os clássicos devam ser lidos. Aliás, eu li o Dan Brown porque estava curioso, com vontade, não que eu não soubesse como era. Mas pra mim, a arte da palavra é além da mera criação de uma realidade, pra mim tem que ter arte na palavra. E isso falta ao Brown.