segunda-feira, 3 de novembro de 2008

rockNrolla


RockNrolla não inova. É mais um filme de Guy Ritchie. Tem trocentos personagens, alguns idiotas, alguns inteligentes, muito mais homens do que mulheres. Dinheiro, coincidências, armas, drogas. Sério mesmo, não tem nada de novo.

Talvez por isso ele mantenha, portanto, a engenhosidade do diretor de ligar as coisas, como sempre faz, e a gente adora. Fui ao cinema e quero ir outra vez. Depois quero comprar o filme.

O filme segue a trilha de seus dois melhores longas Snatch – porcos e diamantes e Jogos, trapaças e dois canos fumegantes. Um cara deve a outro. O outro quer garantir uma licença pra construir um prédio, já que é isso que tem dado dinheiro em Londres. Utiliza seus contatos políticos para fazê-lo a um russo, um outro é enteado de um deles. Um quadro é roubado. Inicia-se uma pendenga.

E você ri. Porque o filme é muito engraçado. Mas é aquele humor britânico, negro, sofisticado, sarcástico, com apenas o canto da boca.

Não vou falar mais, mas preste atenção à cena de Jhony Quid tocando piano num pub e filosofando sobre um maço de cigarros. A cena tem um texto magnífico. Guy Ritchie tem um texto magnífico.

4 comentários:

Pedro Berocan disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Paula § Danna disse...

humm..

Nada de inovador e
riso no canto da boca..
adoruhhh

vou ver mesmuuuuu

Jéssi disse...

Dica de filmee sempre bem-vindaa!


Beijoo Guga!*.*

BATATA disse...

nooo Tô loco pra ver esse filme então !
Val Guga !

abraços